Aqui temos mais uma imagem que, sarcasticamente, nos mostra um dos vícios da sociedade portuguesa: o telemóvel.
Grande parte da nossa população possui pelo menos um telemóvel, independentemente da sua situação sócio-económica.





"Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência colectiva" ( Tim
O’Reilly)
A Web 2.0 designa uma segunda geração, que veio revolucionar a tecnologia online. Esta evolução é importante porque nos permite aceder a aplicações, a armazenamento de ficheiros e a partilhar ficheiros, totalmente online.Com aplicações como o Orkut ou Facebook, podemos comunicar com resto do mundo, partilhando ficheiros de diversas formas, expondo as nossas ideias em blogs, etc...
A mudança que se deu baseia-se no facto dos sites, antes da web 2.0, serem apenas de leitura, ou seja, podíamos consultar o conteúdo, mas nunca o poderíamos mudar. Se o quiséssemos corrigir, dar sugestões ou mesmo adicionar mais informação, seria-nos enviado um email para o qual poderíamos tentar entrar em contacto com o administrador do site. Com a chegada da Web 2.0 isto mudou, e houve uma maior adesão dos utilizadores à Internet, como podemos ver na imagem.
A criação de ambientes favoráveis à produção e administração de redes sociais (privadas ou públicas, abertas ou fechadas) está directamente ligada às plataformas Web 2.0. Este facto alastra para além das barreiras de um determinado site, uma vez que cada vez mais se vê ligações entre vários sites com o intuito de facilitar funcionalidades complementares aos membros das respectivas comunidades. O carácter gratuito da maior parte dos sites e aplicações, caracteriza o objectivo de transparência e abertura da Web 2.0.
Em sites web 2.0, geralmente estão presentes as seguintes componentes/ elementos: blogues, agregação de conteúdo, wikis, tagging, sistema de bookmarks (em português, favoritos), RSS Feeds (forma de alertar os membros e visitantes de um site, a alteração do seu conteúdo) e software multidispositivo.
Assim sendo, podemos dizer que as principais características das plataformas Web 2.0 são a partilha, flexibilidade, participação de cada utilizador,colaboração e interacção.
Aqui fica mais um video, de como foram feitas as primeiras explicações em VHS sobre uma boa utilização do telemóvel e de todas as suas funções!



Segundo o artigo da Pública, os problemas de atenção das crianças e dos jovens é um tema muito presente na sociedade moderna.
Estudos revelaram que existe um causa genética implicita na falta de concentração das crianças (teoria que não foi bem aceite em Portugal). No entanto, o pediatra americano Dimitri Christakis, apesar de não concordar com as conclusões dos estudos, defende que ambiente que rodeia a criança na sua primeira idade é um factor decisivo para a "formatação" do cerebro da mesma. Daí muitos apontarem a televisão, os jogos de computador e a internet como "os grandes culpados" do défice de concentração das crianças devido às excessivas horas passadas em frente aos mesmos.
As queixas feitas pelas escolas começam a aparecer, essencialmente quando os alunos atingem os sete anos de idade, apresentando um mau rendimento escolar e/ou mau comportamente, etc. Os psicólogos justificam este comportamento através do Efeito de Rosenthal, ou seja, o desempenho do aluno é influenciado pelas expectativas e ideias pré-concebidas que os professores tenham desde o início do ano lectivo.
Porém, nem tudo são más noticias: estas crianças estão muito mais preparadas para o século XXI do que pessoas que não conviveram desde pequenas com a televisão e com o digital já que isto permitiu que estes jovens estivessem mais aptos a responder aos estímulos que os rodeiam do que as pessoas mais velhas.
Contudo, o psiquiatra Emilio Salgueiro acredita a receita ideal para uma "vida saudável" e aumento da atenção é fazer com que a criança se interesse por aquilo que lhe está a ser exposto bem como fazer com que esta se sinta segura no momento para que no futuro se torne num adulto confiante.
Hoje em dia, tornou-se comum a utilização de medicamentos como Ritalin para aumentar a capacidade de concentração das crianças. No entanto, será esta uma solução eficaz? Não estaremos, como diz o neuropediatra Luís Borges, "a chamar doença ao que é diferente"? É inegável a componente genética e ambiental intrínseca ao problema mas será justo os pais "condenarem" os seus filhos a medicamentos só pelo facto destes serem diferentes dos demais? Terão os pais plena consciência dos efeitos a médio e longo prazo destes fármacos? Aqui fica a nossa opinião.
Fonte: Artigo da Pública
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